Rota dos Caleiros – 20.09.09

Rota dos Caleiros – Caramulo

20 de Setembro – 2009 (Domingo)

 
Partida e chegada: Caramulinho
Âmbito: Desportivo, cultural, ambiental e paisagístico.
Tipo de percurso: De pequena rota, utilizando caminhos, tradicionais e de montanha.
Distância a percorrer: 8,2 km em circuito.
Nível de dificuldade: 6 – Médio.
Duração do Percurso: Cerca de 4 horas.
Desníveis: Moderados.
Cota máxima: 1000 metros.
Época aconselhada: Todo o ano.

Destaques:

  • Caramulinho
  • Paisagem da Serra do caramulo / Formações rochosas
  • Capela de Jueus
  • Calçada Medieval
  • Moinhos de água/Caleiros
  • Fauna e flora

Descrição do Percurso

Este percurso inicia-se na base do Caramulinho, local onde se atinge o ponto mais alto da Serra com 1 070m, e de onde se pode observar das paisagens mais imponentes da Serra do Caramulo.

Daqui segue-se pelo estradão que, por um lado rasga a paisagem rochosa, e por outro acompanha as pastagens de montanha, evidenciando a tradição da pastorícia e trabalho agrícola nestas terras de clima rigoroso, onde o granito sulcado acusa a passagem de carros puxados por animais, e onde até hoje, se respira um ar puro e saudável.

Ao atingir a estrada asfaltada, percorre-se poucos metros até entrar nos caminhos que acompanham o trajecto dos antigos caleiros que garantiam o abastecimento da água às povoações, e assim seguimos em direcção a Jueus. Antes de chegar a esta aldeia tipicamente serrana, passa-se por dois moinhos, e logo à entrada pode ver-se a capela da aldeia. Do adro vê-se o que resta da calçada romana e a ruína do casario que foi uma outra aldeia, agora desabitada – o Carvalhal.

A caminhada dirige-se agora para o Pedrógão, onde podemos uma vez mais apreciar a singularidade da paisagem, repleta de formações rochosas que na imaginação de cada um, toma os mais diversos significados. Aqui destaca-se o penedo do Equilíbrio.
Mais a diante surge um novo aqueduto, desta vez construído ao longo de um muro de granito exibindo minúcia e engenho que permitia trazer dos pontos mais elevados da serra a água que servia á população para irrigar os seus campos, dar de beber aos animais e também par uso nas lides domésticas.

Daqui em diante, percorre-se os últimos metros de um percurso mais voltado para o contacto com a natureza e beleza natural de um lugar que conserva grande tranquilidade e genuinidade. Resta voltar ao troço inicial percorrendo os trilhos da serra, passando por uma de muitas torres eólicas que já imprimem a sua marca na paisagem do Caramulo, em direcção ao Caramulinho.

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